?> 50 anos de homenagens!
Publicado em 11 de outubro de 2017

50 anos de homenagens!


O Laboratório Plinio Bacelar parabeniza e homenageia a Faculdade de Medicina de Campos pelos seus 50 anos de qualidade, comprometimento, investimento e dedicação à Medicina e Saúde de qualidade. É com orgulho que compartilhamos e fazemos parte dessa grande história! 
 
Neste ano de 2017, a trajetória do médico Plínio Bacelar da Silva, que completaria 110 anos em março último, volta a encontrar-se com a do Laboratório Plinio Bacelar, criado por ele há 75 anos, e com a Faculdade de Medicina de Campos, instituição que ajudou a fundar 50 anos atrás.
 
Nascido em 22 de março de 1907, o médico Plínio Bacelar da Silva formou-se pela Faculdade Nacional de Medicina em 1935, optando pela especialidade de Clínica Geral e Cirurgia. Considerado conselheiro, médico de família, ele também se dedicava às pesquisas e fundou, em 1942, um minilaboratório, instalado em uma sala anexa a seu consultório, na Avenida Alberto Torres. O objetivo era auxiliar o diagnóstico de seus pacientes. Mas o sucesso dos diagnósticos, logo levou à procura de outros médicos. O primeiro pedido de exame,em 28 de julho de 1942, foi o de seu colega de profissão, Dr. Philippe Uébe. O documento, que se encontra guardado pela família, é considerado o registro de fundação do laboratório. Da sala anexa ao consultório, o laboratório mudou-se para os altos da Farmácia Arlindo, na antiga Rua da Quitanda, hoje Theotônio Ferreira de Araújo. Casado com Emilce Mothé Bacelar da Silva, teve dois filhos: Carlos e Eraldo. Com o contínuo aumento da demanda por exames, em 1969, quando Carlos Bacelar retornou a Campos, formado em Ciências Biológicas, o laboratório tornou-se uma empresa – Laboratório de Pesquisas Clínicas Ltda. Na década seguinte, o laboratório ganhou novo perfil em função da crescente procura por Medicina Laboratorial mais específica e exames mais avançados. No início dos anos 80, uma inovação: O laboratório já contava com computadores e criou o primeiro site. Na década de 90, passou a integrar a equipe o filho Eraldo Bacelar, Farmacêutico Bioquímico.
 
Desde então, a pioneira iniciativa do médico Plínio Bacelar da Silva transformou-se em referência para análises e pesquisas clínicas, com certificações e acreditações nacionais e internacionais e 24 unidades de atendimento no Norte Fluminense e Região dos Lagos, além da sede, no Centro de Campos dos Goytacazes. O diferencial do Laboratório Plínio Bacelar foi, desde seu início, qualidade e foco na precisão nos resultados, aliando tradição a tecnologias modernas. As unidades contam com o que existe de mais moderno em termos de diagnóstico, sem abrir mão dos mais rigorosos padrões tecnológicos e de segurança do país na área de saúde.
 
Em 2001, o Laboratório Plínio Bacelar obteve a primeira certificação: o “DICQ”, auditado pela Sociedade Brasileira de Análises Clínicas, tornando-se o quinto laboratório no Estado do Rio e o primeiro no interior fluminense a ter esta certificação. Em 2005, foi a vez da certificação “ISO 9001”, sendo a primeira a empresa do interior na área de saúde. Em 2014, o Programa Nacional de Controle de Qualidade (PNCQ), da Sociedade Brasileira de Análises Clínicas, conferiu ao Laboratório Plínio Bacelar “Certificado de Excelência Laboratorial, na Categoria Diamante”, pelo desempenho nos últimos 20 anos. E, em novembro de 2017, recebe, na República do Panamá, o “Latin American QualityInstitute”, por ser escolhido como empresa de qualidade certificada no Brasil.
 
Hoje, aos 75 anos, o Laboratório Plinio Bacelar é uma das empresas familiares mais antigas do Brasil. A atual diretoria é composta por Carlos Bacelar - Diretor Geral, Renato Bacelar - Responsável Técnico, Bettina Bacelar - Diretor Técnico, Pedro Bacelar - Diretor Administrativo e Leonardo Bacelar - Consultor Científico. Realiza mais de 250 mil exames mensais, supervisionados por equipe de mais de 110 colaboradores diretos e 80 indiretos.
 
Acontribuição de Plinio Bacelar da Silva para o Brasil foi muito além da criação do Laboratório. Recebeu incontáveis homenagens e prêmios, como a condecoração “Amigo da Marinha do Brasil”, por serviços prestados; Prêmio Miguel Couto, láurea por trabalho científico apresentado, além de inúmeras participações em congressos de todo o Brasil, através de trabalhos científicos. Talvez, o médico de maior curriculum vitae de Campos em todos os tempos. Plínio Bacelar da Silva foi, ainda, intelectual, historiador, poeta e trovador. Membro da Academia Pedralva de Letras e Artes, registrou em duas obras: “Trovas, Troças& Cia” e “Coisas da Arca da Velha”, hoje compiladas em “Obras (quase) Completas, trovas, poesias e expressões curiosas e populares do cotidiano”.
 
Por seu pioneirismo e visão progressista, fundou e exerceu por duas vezes o cargo de presidente da Federação Brasileira de Gastroenterologia, duas vezes o de presidente da Sociedade Fluminense de Gastroenterologia, e também por três vezes presidente da Sociedade Fluminense de Medicina e Cirurgia. E foi na Sociedade Fluminense de Medicina e Cirurgiaque surgiu a semente da Faculdade de Medicina de Campos. A proposta de criação, pelo Dr. Almeida Gusmão, foi apresentada no início de janeiro de 1965. No dia 27 do mesmo mês, uma assembleia conjunta da Sociedade Fluminense e da Fundação Benedito Pereira Nunes, elegeu uma comissão para viabilizar a criação da Faculdade de Medicina. O presidente da comissão era Plínio Bacelar da Silva e tinha, como membros, Osvaldo da Costa de Cardoso Melo, Luiz Carlos Mendonça da Silva, Décio Lobo de Azevedo, Wilson Paes, Honor de Lemos Sobral, Almeida Gusmão, Luiz Augusto Nunes Teixeira, Nilson Lobo de Azevedo e Geraldo Venâncio. Essa comissão, mais tarde denominada Grupo Executivo de Implantação da Faculdade de Medicina de Campos, percorreu outras faculdades e instituições, realizou articulações políticas que possibilitaram que o sonho da Faculdade se tornasse uma realidade. Um trabalho incansável para atender aos anseios da população e dados técnicos, que comprovaram a necessidade da criação da instituição de ensino na cidade. Apesar de planejada para funcionar a partir de 1968, teve que acelerar suas obras para, atendendo às contingências daquele momento universitário brasileiro, ser inaugurada em 14 de outubro de 1967.
 
Plínio Bacelar da Silva foi, ainda, intelectual, historiador, poeta e trovador. Membro da Academia Pedralva de Letras e Artes, registrou em duas obras: “Trovas, Troças& Cia” e “Coisas da Arca da Velha”, hoje compiladas em “Obras (quase) Completas, trovas, poesias e expressões curiosas e populares do cotidiano”.
O médico continua presente na Faculdade de Medicina de Campos, através do Prêmio Plínio Bacelar da Silva, criado pela Sociedade Universitária de Pesquisas e Estudos Médicos (Supem), da FMC, e destinado a melhores trabalhos científicos apresentados por estudantes de Medicina em Congressos.

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